
Como levar meu cachorro para o exterior: o passo a passo completo
Guia prático para levar seu cachorro ou gato para fora do Brasil: documentos, prazos, cabine ou porão, companhia aérea e o que muda de país para país.
Dúvidas frequentes
Respostas diretas sobre documentação, prazos, modo de transporte e casos especiais. Não achou a sua? Fale com a gente.
Tema
O ideal é entre 60 e 180 dias antes da data prevista, dependendo do destino. Países da União Europeia, Reino Unido, Japão e alguns asiáticos exigem exame de sorologia antirrábica com prazo de espera, o que alonga o processo. Quanto antes você falar com a gente, mais tranquilo e barato tende a ser o caminho.
Sim. Microchip, vacinas, exames, sorologia quando exigida, o Certificado Veterinário Internacional (CVI) emitido pelo MAPA e as exigências específicas do país de destino. Nossa médica veterinária orienta cada etapa e conferimos tudo antes do embarque, para não haver surpresa no aeroporto.
Sim. A Seu Pet Voa tem base no Rio de Janeiro, mas atende tutores de todo o Brasil. Quando necessário, buscamos o pet na sua cidade ou organizamos o trecho nacional até o aeroporto de saída internacional.
Fazemos. A assessoria documental é para quem vai embarcar com o pet e precisa de orientação segura: conferimos cada exigência do destino, organizamos prazos de vacina, sorologia e CVI e orientamos a escolha da caixa e da companhia aérea.
Tema
Não necessariamente. Pets de pequeno porte costumam viajar na cabine, ao lado do tutor, dentro dos limites de peso e medida da companhia aérea. Pets maiores viajam em compartimento pressurizado e climatizado, em caixa homologada. Quando o tutor não pode ir, um de nós embarca e acompanha o pet até a entrega.
Sim. Planejamos a rota, cuidamos do check-in e do embarque e acompanhamos a chegada, a liberação e a entrega em mãos. Nas viagens em que o tutor não vai, o próprio Thiago ou alguém da equipe viaja com o animal. A viagem só termina no reencontro.
Pode. Temos hotel próprio, onde o pet fica sob cuidado e observação da equipe, com acompanhamento da nossa médica veterinária, durante a preparação. Ajuda muito quando o tutor já viajou ou mora em outra cidade.
Na maioria dos casos, sim. Oferecemos treinamento e adaptação para a viagem: rotina, familiarização com a caixa de transporte e acompanhamento comportamental no nosso centro. Já embarcamos cães de quase 40 kg com total segurança.
Tema
Podem, com planejamento específico. Raças de focinho curto têm restrições em várias companhias aéreas e exigem avaliação individual da nossa médica veterinária, escolha criteriosa de rota, horário e temperatura. Já levamos bulldogs para a Europa na cabine, acompanhados pela nossa equipe.
Sim. Fazemos o caminho inverso com a mesma estrutura: organizamos a documentação exigida pelo Brasil no país de origem, e, quando o tutor não pode acompanhar, vamos buscar o pet e voltamos com ele. A Blue, por exemplo, estava em Londres e voltou para casa acompanhada pelo Thiago.
Sim. Gatos têm exigências próprias em alguns destinos e costumam viajar bem na cabine. Já levamos gatos, inclusive Sphynx, que precisam de atenção extra com temperatura.
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Não existe preço fixo, porque cada caso é único: destino, porte do pet, tipo de transporte (cabine, porão ou carga), se o tutor viaja junto e os serviços contratados mudam tudo. Conte o seu caso no WhatsApp e você recebe uma proposta clara, com o passo a passo e os prazos reais para o seu destino.
Acompanhamos as normas de cada destino de perto. Se algo muda, replanejamos a rota, os prazos ou a documentação e avisamos você na hora. É exatamente para isso que existe um especialista cuidando do seu caso.
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O CVI é o Certificado Veterinário Internacional, documento oficial emitido pelo MAPA (Ministério da Agricultura) que atesta que o pet cumpre as exigências sanitárias do país de destino. Ele é emitido perto da data do embarque, com base no atestado do veterinário e nos exames exigidos, e tem validade curta.
Para a maioria dos destinos, sim, e o microchip precisa seguir o padrão ISO. Um detalhe importante: em vários países a vacina antirrábica só vale se for aplicada depois da implantação do microchip. Por isso a ordem dos passos importa tanto.
É um exame de sangue que comprova que a vacina antirrábica produziu anticorpos suficientes. Vários destinos, como União Europeia, Reino Unido e Japão, exigem esse exame feito em laboratório aprovado, com prazos mínimos entre a vacina, a coleta e a viagem. Ele é o principal motivo para começar cedo.
Guias do blog
Documentos, prazos e destinos, explicados em português claro por quem embarca pets há mais de 10 anos.

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Descubra hoje o que o seu destino exige, sem custo e sem compromisso. Se ainda não for a hora, você sai sabendo exatamente o que planejar.