Casos especiais · 6 min de leitura
Transporte internacional de cães de grande porte e raças braquicefálicas
Como cães grandes, pitbulls, bulldogs, pugs e shih tzus viajam para outro país: caixa IATA, restrições de companhias aéreas, temperatura e acompanhamento.
Publicado em · Por Seu Pet Voa

Cães grandes e raças de focinho curto são os casos em que mais ouvimos "não dá". Na maioria das vezes, dá. Só exige mais planejamento, a companhia aérea certa e, muitas vezes, alguém da equipe viajando junto. O Maui, um American Staffordshire de quase 40 kg, é a prova.
Cães de grande porte
Acima do limite da cabine, o cão viaja em compartimento pressurizado e climatizado, em caixa rígida no padrão IATA: o animal precisa ficar em pé, virar e deitar com folga. Nem todo avião aceita caixas grandes, o que define a rota. Em algumas companhias, cães muito grandes só viajam como carga.
- Caixa homologada, com medidas calculadas a partir do cão, não do catálogo. Ajudamos nisso no treinamento para viagem.
- Adaptação prévia à caixa: cão que entra tranquilo viaja tranquilo.
- Rotas com o menor número de conexões e horários de temperatura amena.
- Água, identificação e documentos fixados na caixa.
Raças consideradas potencialmente perigosas
Pitbull, American Staffordshire, Rottweiler e similares têm restrições em alguns países e companhias, e às vezes exigem caixa reforçada. Não é impedimento: o Zion, um Pit Monster, foi do Brasil para a Espanha com a gente. Exige saber exatamente quais regras valem para o destino e para a companhia escolhida.
Raças braquicefálicas
Pug, bulldog francês e inglês, shih tzu, boxer e outras raças de focinho curto têm mais dificuldade para respirar sob estresse e calor. Muitas companhias não as aceitam no porão, e algumas não aceitam de jeito nenhum. A saída costuma ser a cabine, quando o porte permite, com avaliação veterinária individual e rota escolhida para evitar calor e conexões longas.
Cães de serviço e de suporte emocional
Cães de serviço treinados têm regras próprias e podem viajar na cabine com o tutor em muitas companhias, mediante documentação específica. Cães de suporte emocional perderam esse direito na maioria das companhias e hoje seguem as regras gerais. Cada caso precisa ser confirmado com a companhia antes da compra da passagem.
Quando a equipe viaja junto
Nos casos mais delicados, alguém da Seu Pet Voa embarca no mesmo voo, acompanha conexões e cuida da liberação e da entrega no destino. Para o tutor, isso significa uma coisa: saber que tem gente cuidando do seu cão o tempo inteiro.


