Documentação · 6 min de leitura
Documentos para viajar com pet: microchip, vacina, sorologia e CVI explicados
Entenda cada documento exigido para o transporte internacional de cães e gatos, em que ordem fazer e quais são as pegadinhas de cada etapa.
Publicado em · Por Seu Pet Voa

A documentação é a parte que mais assusta os tutores, e com razão: um prazo errado ou um carimbo faltando é motivo suficiente para o pet não embarcar. A boa notícia é que são poucos documentos. O segredo está na ordem e nos prazos.
Microchip padrão ISO
O microchip identifica o animal de forma única e é exigido pela maioria dos países. Precisa seguir o padrão ISO 11784/11785 para ser lido pelos leitores no exterior. Guarde o comprovante com a data da implantação: ela será comparada com a data da vacina.
Vacina antirrábica
Deve estar dentro da validade e, para vários destinos, ter sido aplicada depois do microchip. Se for a primeira dose da vida do animal, muitos países exigem um período mínimo de espera antes da viagem. As demais vacinas (como a polivalente) também costumam ser exigidas em dia.
Sorologia antirrábica (titulação de anticorpos)
Exigida por União Europeia, Reino Unido, Japão e outros. A coleta de sangue precisa respeitar um intervalo mínimo após a vacina, ser analisada em laboratório aprovado e, em muitos casos, o animal só pode entrar no país após um período de espera contado a partir da coleta. É a etapa que define o cronograma, como explicamos no guia sobre quanto tempo antes planejar a viagem.
Atestado de saúde e tratamentos
Perto da viagem, o veterinário emite um atestado de saúde. Alguns destinos exigem tratamento contra parasitas internos e externos em uma janela específica, e países como Irlanda, Malta, Finlândia e Noruega pedem tratamento contra Echinococcus para cães em prazo bem determinado antes da chegada.
Certificado Veterinário Internacional (CVI)
É o documento oficial brasileiro, emitido pelo MAPA, que consolida tudo acima e atesta que o pet cumpre as exigências do destino. Para a União Europeia, ele é emitido no modelo do certificado sanitário europeu. Tem validade curta, por isso é a última etapa antes do embarque. Veja em que momento do processo ele entra.
Exigências da companhia aérea
- Reserva do pet no voo (as vagas por aeronave são limitadas).
- Caixa ou bolsa homologada, com medidas compatíveis com o porte.
- Restrições por raça, temperatura e rota, especialmente para braquicefálicos.
- Formulários próprios da companhia, quando houver.


